Como posso ajudar

Com o que eu trabalho, e com quem

Esses são os temas que mais aparecem no meu consultório. Leia com calma — talvez algum deles diga algo sobre o seu momento.

01

Ansiedade

Quando a mente entra num modo de alerta que não desliga.

A preocupação até faz sentido quando protege. O problema é quando ela vira um alarme que toca o tempo todo — no trabalho, em casa, numa conversa qualquer. Na terapia, a gente entende o que sustenta essa ansiedade, reconhece os gatilhos e treina respostas mais tranquilas para o corpo e para a mente.

Do que costumam me falar

  • “Parece que algo ruim vai acontecer, sem razão clara.”
  • “Durmo mal e acordo já cansada.”
  • “Meu corpo fica tenso mesmo quando estou "parada".”
  • “Evito situações para não sentir aquele aperto.”
02

Estresse e sobrecarga

Quando dar conta de tudo vira uma rotina sem respiro.

Você assume muito, pede pouco e guarda o cansaço em silêncio. A sobrecarga raramente chega gritando: ela aparece como irritação, dores, falta de vontade e uma sensação de que nunca é suficiente. Aqui trabalhamos limites, prioridades e espaço para descansar sem culpa.

Do que costumam me falar

  • “Não consigo "desligar" nem no fim de semana.”
  • “Até quando paro, sinto culpa.”
  • “Me irrito com coisas pequenas de um jeito desproporcional.”
  • “Acordo mais cansada do que quando deitei.”
03

Autoestima

Quando a crítica não vem dos outros, vem de você mesma.

A voz que diz "não é suficiente" costuma ser a sua própria — e ela cobra caro em escolhas, relações e no direito de se sentir bem. A psicoterapia ajuda a reconhecer de onde nasceu essa voz, a diminuir o volume dela e a construir uma relação mais justa consigo mesma.

Do que costumam me falar

  • “Nunca acho que fiz o bastante.”
  • “Comparo minha vida com a dos outros o tempo todo.”
  • “Fico incomodada com elogios, como se fosse mentira.”
  • “Adio coisas por medo de errar.”
04

Relacionamentos

Quando os mesmos conflitos voltam, com pessoas diferentes.

Você já percebeu que, com frequência, a briga é a mesma mesmo mudando de parceiro, de amigo ou de chefe? Entender os padrões que se repetem — como a gente cobra, se afasta, se apega ou se anula — é o primeiro passo para relações mais leves e honestas.

Do que costumam me falar

  • “Sempre escuto "a gente estava bem até brigar".”
  • “Tenho dificuldade enorme de dizer não.”
  • “Sinto que dou muito e recebo pouco.”
  • “Evito conversas difíceis até explodir.”
05

Luto e perdas

Quando a vida muda de forma e precisamos aprender com a perda.

Perder alguém, um amor, um trabalho, uma fase — dói. E cada pessoa vive essa dor do seu jeito e no seu tempo. O luto não tem cronograma, e você não precisa atravessá-lo "com força" nem sozinha. Aqui, há espaço para sentir, lembrar e, aos poucos, se reorganizar.

Do que costumam me falar

  • “Sinto que não tenho "permissão" para sofrer por tanto tempo.”
  • “Ninguém fala mais nisso, mas eu penso sempre.”
  • “Evito lugares ou situações que me lembram a perda.”
  • “Não sei mais quem eu sou depois disso.”
06

Autoconhecimento e mudanças de vida

Para entender suas escolhas, emoções e o que se repete.

Nem sempre a terapia começa numa crise. Novas fases — mudar de cidade, trocar de área, virar a década, virar mãe — são momentos em que a gente quer entender melhor quem é e o que quer. É um caminho para olhar para dentro com curiosidade, não com julgamento.

Do que costumam me falar

  • “Sinto que estou vivendo no automático.”
  • “Estou diante de uma decisão grande e me sinto travada.”
  • “Quero entender por que repito certas escolhas.”
  • “Sinto que existe uma versão minha que não encontrei ainda.”

Uma observação importante

Você não precisa estar em crise para começar

Esperar o sofrimento “ficar grande o bastante” para buscar ajuda é mais comum do que parece — e também desnecessário. Procurar apoio quando ainda dá para respirar costuma tornar o processo mais curto e menos desgastante.

Isso vale especialmente para quem foi ensinada a dar conta de tudo sozinha. Cuidar da própria saúde emocional não é fraqueza: é responsabilidade com você e com quem depende de você.

Que tal uma primeira conversa?

Você não precisa saber dizer o que sente nem ter um “motivo grande” para começar. Chegue com o que você tem — o resto, a gente organiza juntas.

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